Blog Cellpreserve

topomail.png

Cadastre-se e participe da nossa jornada!

  • Equipe Cellpreserve

Estudo sobre tratamento de autismo com células-tronco

Foi realizado um estudo inicial na Universidade de Duke, onde 25 crianças de 2 a 6 anos com células-tronco de seu próprio sangue do cordão umbilical. Nesse estudo, aproximadamente 70% das crianças apresentaram melhora em um ou mais sintomas principais do autismo. As crianças que possuíam o QI não-verbal acima de 70, apresentaram melhores resultados. Com base nessas descobertas, o grupo Duke realizou um segundo estudo.

O segundo estudo Duke ACT foi um estudo randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, que testou se as infusões de sangue do cordão umbilical apresentaram melhora nos principais sintomas do autismo. O estudo foi realizado com as seguintes características:

  • 180 crianças

  • 2 a 7 anos de idade

  • QI não verbal acima de 70

  • Com Autismo confirmado


Os candidatos foram separados em três grupos de estudo


AUTÓLOGO O grupo Autólogo do estudo possuía 56 crianças. Elas receberam uma infusão de células-tronco de seu próprio sangue de cordão umbilical logo no inicio do estudo.


ALOGÊNICO O grupo Alogênico do estudo possuía 63 crianças que receberam uma infusão de células-tronco de sangue do cordão doado no início do estudo. Após seis meses, elas receberam uma infusão de placebo.


"PLACEBO" O grupo Placebo possuia 61 crianças, que receberam uma infusão de placebo no início do estudo. O placebo foi projeto para ter as características e sensações de uma infusão de células-troncos. Então, após seis meses, os candidatos do grupo placebo foram submetidos a um novo procedimento, a primeira metade recebeu uma infusão autologa, enquanto a outra metade recebeu uma infusão alogênica.


Esse procedimento é chamado de Estudo Cruzado, pois todas as crianças em algum momento, receberam as células-tronco. Também é chamado de Estudo Cego, pois tanto os familiares, quantos os médicos, não sabiam a qual grupo cada criança pertencia.


As famílias puderam acompanhar o estudo em 3 etapas, a primeira parte foi a terapia inicial, após 6 meses a segunda infusão e um ano depois um acompanhamento final. Em todas essas visitas, as crianças fizeram exames de imagens, para verificar suas funções cerebrais.


Nenhuma criança teve alguma reação séria as infusões. Cerca de 5% apresentaram orticária, tosse ou chiado no peito após a infusão e cerca de 40% a 50% apresentaram quadros de ansiedade.


Apesar do estudo não ter conseguido mostrar o benefício na escala de socialização em todos as crianças, uma parte do estudo teve sucesso. O resultado positivo importante do estudo ACT foi visto em um grupo de crianças mais velhas, entre 4 a 7 anos, e com QI mais alto. Foi possível ver melhorias na escala de comunicação, atenção e a conectividade cerebral. Além disso, a média composta de pontuações na socialização e comunicação mostrou melhorias semelhantes nos dois grupos que receberam a infusão de cordão umbilical.


Os resultados deste estudo servirão de base para os futuros ensaios clínicos e no que estão em andamento. Apenas as crianças que possuirem mínimo de QI durante os testes presenciais serão aprovadas em estudos futuros de autismo na Duke. Por enquanto, os ensaios clínicos devem ser restritos às crianças com QI mais alto, onde um benefício pode ser comprovado de forma mais consistente.


Fonte:https://parentsguidecordblood.org/pt/news/resultados-do-estudo-duke-act-sobre-sangue-do-cordao-umbilical-para-o-autismo-destaques-para-os





211 visualizações
Nipt.png

NIPT

pré-natal

não invasivo

O cuidado com a 
saúde do bebê,
começa na gravidez