Quando a prevenção está no DNA: como o teste BRCA pode transformar decisões de saúde
- há 4 dias
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Aos 33 anos, a psicóloga gaúcha Jéssica tomou uma decisão que chamou a atenção de médicos e do público: ela optou por retirar suas duas mamas mesmo sem ter um diagnóstico de câncer. A escolha foi motivada por um fator que poucas pessoas conhecem profundamente, mas que pode fazer toda a diferença na prevenção de doenças graves: a genética.

O que aconteceu com Jéssica?
Jéssica não tinha sinais de câncer quando entrou na sala de cirurgia. Seus exames de imagem estavam normais e não havia sintomas. Mas ela tinha um histórico familiar marcante: tanto sua mãe quanto sua avó enfrentaram diferentes tipos de câncer ao longo da vida.
Ao investigar mais a fundo, os médicos identificaram uma mutação no gene BRCA2 — um dos genes diretamente relacionados ao aumento do risco de câncer de mama e ovário. Diante dessa informação, e com acompanhamento médico especializado, Jéssica decidiu fazer uma mastectomia preventiva para reduzir seu risco ao longo da vida.
Entendendo o BRCA e o risco hereditário
Os genes BRCA1 e BRCA2 fazem parte de um sistema natural que ajuda a reparar danos no DNA. Quando esses genes sofrem mutações, essa função pode ficar comprometida, elevando o risco de desenvolvimento de certos tipos de câncer ao longo da vida.
Pessoas que carregam mutações nesses genes podem ter uma probabilidade muito maior de desenvolver câncer de mama e ovário — e esse risco pode ser até dezenas de vezes maior do que na população geral. Por isso, detectar essas alterações precocemente é uma oportunidade preciosa para intervenção médica e decisões mais assertivas sobre o cuidado com a saúde.
Por que o diagnóstico genético importa para a prevenção
A história de Jéssica destaca um ponto essencial: o risco genético geralmente não apresenta sintomas. Ele só pode ser identificado por meio de exame específico.
É importante esclarecer que ter uma mutação nos genes BRCA não significa que a pessoa obrigatoriamente terá câncer. O que acontece é um aumento significativo da probabilidade em comparação com quem não possui essa alteração genética.
Em outras palavras, o exame não prevê o futuro — ele revela um risco aumentado. E é justamente essa informação que permite agir de forma preventiva.
Saber que existe uma predisposição possibilita:
• acompanhamento médico mais próximo • exames de rastreamento em intervalos menores • decisões individualizadas sobre estratégias de redução de risco
A informação genética não é uma sentença. É uma ferramenta para planejamento e cuidado.
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Esses exames podem identificar mutações que elevam o risco de câncer hereditário antes que qualquer sintoma apareça, permitindo que você converse com especialistas e tome decisões baseadas em informação real e personalizada.
Prevenção consciente começa com informação
A decisão de Jéssica não foi simples. Mas ela foi embasada em dados genéticos e acompanhamento clínico — e isso mostra como o conhecimento pode transformar a forma como encaramos a prevenção de doenças graves.
Se você tem histórico familiar de câncer ou quer entender melhor seu risco genético, os exames BRCA da CellPreserve estão disponíveis para oferecer a informação que pode orientar escolhas de saúde mais seguras, cuidadosas e conscientes.
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