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EXAMES
CÉLULAS-TRONCO
CENTRAL
Exame de HPV
por PCR ou Captura híbrida
O HPV (Papilomavírus Humano) é a infecção sexualmente transmissível mais comum no mundo. Estima-se que mais de 80% das pessoas sexualmente ativas terão contato com o vírus ao longo da vida. Na maioria dos casos, a infecção é assintomática, podendo permanecer silenciosa por anos.
Existem mais de 100 tipos de HPV. Cerca de 40 deles podem infectar a região genital, sendo classificados em baixo ou alto risco. Alguns subtipos, especialmente os tipos 16 e 18, possuem forte associação com o desenvolvimento do câncer do colo do útero.
Por que realizar o teste para HPV?
O exame de Papanicolau identifica alterações nas células do colo do útero que podem evoluir para câncer.
Já o teste molecular para HPV detecta diretamente a presença do vírus, inclusive antes do surgimento dessas alterações celulares.
Essa detecção precoce aumenta a sensibilidade do rastreamento, permite acompanhamento adequado e contribui de forma significativa para a prevenção do câncer do colo do útero. Por esse motivo, o teste molecular vem sendo progressivamente incorporado às estratégias de rastreamento no Brasil.
A Cellpreserve disponibiliza dois métodos para a detecção do HPV:
HPV por PCR (baixo e alto risco com genotipagem)
O exame por PCR em Tempo Real detecta a presença do HPV com alta sensibilidade. Quando o resultado é positivo, é realizada a genotipagem, que identifica exatamente qual tipo viral está presente.
Esse detalhamento é especialmente relevante para os tipos 16 e 18, considerados os de maior risco para evolução tumoral, auxiliando na definição da conduta clínica.
Genótipos pesquisados:
-
Baixo risco: 6, 11, 40, 42, 43, 44, 55, 61, 62, 67, 70, 71, 72 e 81
-
Alto risco: 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 66, 68 e 69
HPV por Captura Híbrida (alto e baixo risco)
Este exame identifica a presença do vírus e classifica os resultados em dois grandes grupos:
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Grupo de baixo risco: 6, 11, 42, 43 e 44
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Grupo de alto risco: 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59 e 68
A captura híbrida não informa o tipo viral específico, apenas o grupo de risco. Atualmente, esse método vem sendo gradativamente substituído pelo PCR, que oferece maior precisão ao identificar o genótipo do vírus.

