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Como a infecção por Covid-19 pode impactar na gestação?




Desde que a pandemia do coronavírus foi decretada em março de 2020, muitas pesquisas avançaram e trouxeram novas perspectivas sobre a doença, desmentindo conclusões anteriores e também, ofertando novas informações.


E o quanto isso pode afetar mulheres grávidas? O Ministério da Saúde Brasileiro afirma que gestantes, puérperas e crianças com menos de 5 anos são grupo de risco para a enfermidade. Não por desenvolverem sintomas mais graves que outras pessoas, mas por uma maior suscetibilidade de se infectar pelo vírus, por serem consideradas imunossuprimidas. Sabe-se que, no início da pandemia, do número total de gestantes que faleceram da doença no mundo, 77% delas eram brasileiras.


Alguns dos sintomas da Covid-19 incluem:


  • Perda de olfato e paladar;

  • Falta de ar;

  • Febre;

  • Dor de cabeça;

  • Calafrios;

  • Dores no corpo.

O que isso significa?


Pesquisas apontam que gestantes possuem uma maior chance de desenvolver doenças graves devido a infecção por covid do que não-grávidas, em particular no terceiro trimestre de gestação. Devido a baixa imunidade, a contaminação pela Covid-19 pode levar ao desenvolvimento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), e também é considerado fator de risco para Tromboembolismo Venoso (TEV).


Em outros casos, foram notadas alterações na placenta, que resultam em lesões ou entupimento de vasos sanguíneos, afetando a circulação do sangue e oxigenação do bebê e estão relacionadas a partos prematuros, sofrimento fetal e óbitos fetais.


Estudos recentes também apontam que a taxa de hospitalização entre gestantes é até 3 vezes maior que entre indivíduos na mesma faixa etária, e a taxa de óbito entre os casos graves é 13 vezes maior entre grávidas.

Levantamentos apontam, no entanto, que dois terços das gestantes contaminadas passam pela doença com sintomas leves ou assintomáticas. Possíveis transmissões verticais - ou seja, transmissão da mãe infectada para o bebê ainda no útero - são relativamente incomuns, e nos casos de infecção, foi leve e sem complicações. Diferente de outras doenças, no entanto, a infecção da mãe pelo novo coronavírus não causa malformações congênitas no bebê.


E o que pode ser feito?

Todas as medidas preventivas como distanciamento social, higienização das mãos e uso de máscaras devem ser respeitadas e incentivadas, para preservar a saúde da gestante e do bebê que irá nascer. Recomenda-se também, no setor da saúde, uma maior dedicação às pacientes gestantes enquanto grupo de risco, para prevenir sequelas de uma possível infecção e mortalidade materna e neonatal.


Em caso de vacinação, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estimula a vacinação de gestantes enquanto grupo de risco, mas, devido a falta de ensaios clínicos voltados para aplicação de imunizantes em grávidas, deve-se aguardar mais estudos. No entanto, os resultados atuais são promissores, e algumas pesquisas já encontraram resquícios de anticorpos no cordão umbilical, contribuindo assim para uma possível proteção do bebê através da imunização da mãe.


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