TERAPIA COM SANGUE DO CORDÃO EM PARALISIA CEREBRAL

Adriana nasceu na Itália em 2009 e, após uma fertilização in vitro seus pais puderam finalmente alcançar o sonho de suas vidas, mas após o nascimento Adriana foi diagnosticada com uma lesão cerebral causada por hipóxia. A hipóxia é um termo médico para quando uma região do corpo não recebe aporte adequado de oxigênio.  

 

Os sintomas de paralisia cerebral não foram evidentes no início e demorou um pouco antes de seus pais decidirem procurar por terapia. Adriana começou a ser acompanhada por neurologistas e três anos após o nascimento as células-tronco do sangue do cordão umbilical mostraram ser um potencial terapêutico. 

 

Em contato com a Duke Medical Center, tomou-se conhecimento de que um estudo  clínico estava sendo feito envolvendo crianças de todo o mundo para o tratamento de lesões cerebrais com suas próprias células-tronco do sangue do cordão umbilical. 

Adriana tinha células-tronco armazenadas em quantidade suficiente para utilizar em, pelo menos, duas terapias. 

 

Adriana e sua família viajaram para os Estados Unidos para a terapia de sangue do cordão umbilical. Ela recebeu a infusão pela primeira vez em maio de 2013 e pela segunda vez em dezembro de 2013. Antes desta terapia, Adriana não era capaz de falar. Ela também sofria de contrações musculares chamadas distonia, de tal forma que ela não era capaz de andar ou, até mesmo, a sentar-se sem apoio. 

 

Uma noite antes de Adriana partir para a segunda infusão na Carolina do Norte, a diretora do banco onde ela tinha células-tronco armazenadas recebeu um telefonema. Uma pequena voz estava sussurrando no outro extremo, dizendo que ela estava feliz de ir tratar-se mais uma vez, depois de 6 meses. Adriana conseguia falar!! 

 

''Este foi um dos momentos em minha vida em que senti que tantos esforços e batalhas para defender a terapia com células-tronco foram recompensados.'' disse a Diretora. 

 

Adriana fez uma nova ressonância magnética um ano após a primeira infusão e sua lesão cerebral tinha regredido. Ela ainda precisa treinar como um pequeno soldado a cada dia, a fim de se recuperar completamente da distonia, precisando, ainda, de um exoesqueleto para andar. No entanto, ela agora pode falar fluentemente. 

 

SmartBank srl, Itália Irene Martini, PhD, é a co-fundadora e Diretora Científica da SmartBank srl, um banco de sangue do cordão umbilical familiar com sede em Roma, Itália, que utiliza as instalações de armazenamento de laboratório em BioVault no Reino Unido. Ela tem mais de quinze anos de experiência como pesquisadora, e tem escrito várias publicações científicas, bem como documentos de patentes. Como parte de seu trabalho com SmartBank, Dra. Martini tem aparecido com frequência na televisão e rádio nacionais para explicar os benefícios do armazenamento de sangue do cordão umbilical. 

 

 

 

 

 

 

Referência: http://parentsguidecordblood.org/newsletters.php#Adriana 

 

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