A História de Ryan - Sobrevivendo a uma Leucemia Mielóide Aguda

Aos seis meses de idade, Ryan foi o último da sua família a ser acometido por um resfriado, que transformou-se em uma forte febre. Diante do quadro, seu pediatra decidiu realizar um exame de sangue para entender o que o acometia. Os resultados foram absolutamente devastadores- Ryan tinha leucemia.


Um Raio de Esperança – O diagnóstico de Ryan era de Leucemia Mielóide Aguda (LMA), um tipo de câncer de sangue e medula óssea agressivo e de rápido crescimento. Havia um raio de esperança, porque Ryan era muito jovem  e as células de leucemia não tinham tido tempo para se espalhar por todo o seu corpo minúsculo. A equipe médica que tratava Ryan começou imediatamente o tratamento agressivo, com três rodadas de quimioterapia durante um período de quatro meses. O pequeno garotinho parecia entrar em remissão, mas pouco tempo depois um check-up confirmou o que ninguém queria ouvir : as células de leucemia não tinham sido completamente destruídas. "Ouvimos que a situação era pior do que o diagnóstico inicial de sua leucemia ", sua mãe lembra.

 

Segunda Etapa – Uma amostra de Sangue de Cordão Umbilical para Transplante

 

A leucemia infantil afeta 200 bebês nos Estados Unidos a cada ano, sendo 60% ​​antes de seu primeiro aniversário. Ryan caíra na estatística e então começou a lutar por sua vida. Outra rodada de quimioterapia mostrou-se eficaz, mas Ryan precisava de um transplante de células-tronco para ajudar a sua medula óssea a se recuperar.

 

Uma semana antes de seu primeiro aniversário, Ryan recebeu um transplante de células tronco de sangue do cordão umbilical de um doador compatível, que permitiu a sua recuperação e alta do hospital. O transplante de Ryan foi financiado pelo Fundo de Pesquisa do Câncer Infantil que patrocina o Programa de Biologia Celular do Centro de Câncer da Universidade de Minnesota, pioneira no transplante de sangue do cordão umbilical de doadores não aparentados.

 

Hoje, Ryan é um sobrevivente saudável de câncer na infância

 

Na batalha de Ryan uma coisa nunca esteve em dúvida - tratamentos inovadores ajudaram a dar a esta criança uma nova chance na vida!

Avaliação quantitativa dos fatores que levam os pais a escolher o banco privado.

 

Principais Fatores que levam à escolha da conservação do sangue de cordão no banco privado                                                                    (%)

Futuro potencial das amostras preservadas                                                                                                                                                     51%

A possibilidade de o sangue constituir uma “proteção” para a família                                                                                                           20.5%

O nascimento de um bebê é uma oportunidade única na vida, e uma vez descartado, o sangue, perde-se para sempre                           88.9%

 

Dentre os 10 maiores de bancos de células tronco a nível mundial, 8 são privados sendo que existe também um banco misto (público e privado)(2).

 

O número total de amostras armazenadas (à nível mundial) em bancos privados é de 780 000, sendo 400 000 amostras estão armazenadas em bancos públicos.(3). 

 

A Cellpreserve, fundada em 2005, foi projetada especialmente para ser um banco de células-tronco. Sua infra-estrutura está estrategicamente alocada no Rio de Janeiro, Barra da Tijuca, próxima às principais maternidades e em um dos mais modernos centros empresariais da cidade.

 

Com o rápido desenvolvimento em pesquisas sobre tratamentos e já visando a expansão celular (multiplicação de células), a Cellpreserve antecipou-se ao mercado e desenvolveu a Sala Estéril, um ambiente totalmente livre de contaminação onde as amostras de sangue de cordão umbilical são processadas. 

 

 

O nascimento de um bebê é uma OPORTUNIDADE ÚNICA NA VIDA, e uma vez descartado, o sangue do cordão umbilical,

perde-se para sempre(4).

 

A probabilidade de ser necessário um transplante hematopoiético aumenta com a idade. Isto significa que num futuro próximo mais famílias poderão vir a usar o sangue armazenado(5).

 

De acordo dados recentes estima-se que apenas 1% das crianças que desenvolvem leucemia têm clones de pré-leucemia no sangue de cordão umbilical o que poderá indiciar uma janela de oportunidade para tratamento autólogo de leucemia com sangue de cordão(6).

Referências: (1) http://www.childrenscancer.org/main/kids_stories/ryans_story_surviving_acute_myelogenous_leukemia/ (2)Andre Singer, “Top 10 Global Cord Blood Banks,” Word Cord Blood Congr. 2013. (3) M. G. Butler and J. E. Menitove, “Umbilical cord blood banking: an update.,” J. Assist. Reprod. Genet., vol. 28, no. 8, pp. 669–76, Aug. 2011. (4) Frances Verter, “Parent's Guide to Cord Blood Foundation,” http://parentsguidecordblood.org, 2006.(5) V. Rocha and F. Locatelli, “Searching for alternative hematopoietic stem cell donors for pediatric patients.,” Bone Marrow Transplant., vol. 41, no. 2, pp. 207–14, Jan. 2008. (6) H. Mori, S. M. Colman, Z. Xiao, A. M. Ford, L. E. Healy, C. Donaldson, J. M. Hows, C. Navarrete, and M. Greaves, “Chromosome translocations and covert leukemic clones are generated during normal fetal development.,” Proc. Natl. Acad. Sci. U. S. A., vol. 99, no. 12, pp. 8242–7, Jun. 2002.

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